domingo, 20 de setembro de 2009
Porque raio continuas atada a mim, como a pedra que me suga para um fundo cada vez mais doce, quanto mais desço na escuridão? Porque? Amei-te assim tanto, mesmo sem o saber, que o mereça agora? Sabes bem... sabes... talvez não saibas. Mas devias. É que me doi gritantemente cada vez que me invades assim, e vais passeando por todos os cantos que foram teus, como se o fossem outra vez. Não são. Não o quero. Responderias tu nessa tua voz bailante, "mas não fui eu..." e depois rias-te, a sacudir as culpas de algo que eu até tinha gostado, com o teu sorriso de framboesa. Pois não foste. Às vezes sou eu mesmo. Ou alguém sem rosto que vem e passa. Mas no fim és sempre tu e essa agulha incandescente, tão tua. Tão nossa.
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2 comentários:
Não sei se te compreendi, neste texto. Mas isso nem é o mais importante... está realmente uma ternura. E deixa o coração assim apertadinho.
beijinho wolfie***
espero que compreendas, era bom. Ao menos tu...
Beijinho grande de volta***
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