terça-feira, 4 de agosto de 2009

insonia

A noite afaga-me o pelo, com as suas frias mãos de vento.
Levanto o queixo
Deixo que me acaricie com paixão.
Revolteia o vento o meu pelo com sumptuoso contentamento,
Mas enquanto o faz
Apraz-me que na noite não se aperceba o vento da escuridão.

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