É dificílimo encontrar a paz interior às vezes, o sossego, a calma de viver. O contemplar do mundo pelos olhos do leão ao entardecer. A certeza de que o sol nascerá mesmo que não para nós.
“...here comes the Sun, and its all right...”
As vitórias passadas esfumam-se como nuvens no céu, e dou por mim a perguntar onde terei deixado os pés... O casaco que me protege da chuva, em que corredor do passado o terei deixado pendurado?
“Speaking words of wisdom, let it be”
Continuar torna-se penoso, há que encontrar forças par andar para a frente mesmo que não haja nada no horisonte.
“Today is where your life begins, the rest is still unwritten”
Em parte, tudo é complicado porque I fall in love too easily, e nunca see roses bloom, sempre à espera do wind of change... E quando dou conta, já é de manhã, e é precisamente in the wee small hours of the morning that you’ll miss her the most. When your lonely heart has learnt its lesson. Now cry me a river.
Recosto-me na cadeira, e ponho-me a pensar como esta página (porque eu escrevo à mão antes de bater à máquina...) ía ser só um punhado de frases sobre como uma música pode fazer encaixar o mundo inteiro, colocá-lo de volta no seu sítio.
...do you miss your head?
Só queria mesmo saber, whats the big, whats the big ideeeeaaaa...
acabando a ouvir brahms, e um amor intemporal...
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