segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Forçado

Eu ate percebo, a serio. E a intenção é a melhor. Mas esta coisa de fazer uma série só com personagens gordas não é de todo a maneira mais inteligente de ajudar à causa. É a advogada, o oposto da melhor amiga, modelo - estereotipo da loira burra, ja agora - é a assistente, a mãe da advogada, até a juíza. Depois, como o namorado da personagem principal não podia ser um palito, arranjaram um bisonte de dois e meio por quatro, até engraçado, confesse-se, se não tivesse o tamanho de uma morsa e conduzisse um buldozer.
Quer dizer, tudo soa forçado naquilo que se torna uma tentativa - outrora bemvinda, mas assim - falhada de advocar pela causa dos gordos, que também são gente bonita e bem sucedida. Mas vejam antes a Garcia, operadora de informática das Mentes Criminosas, que para alem de charmosa, inteligente, divertida, emotiva e mais um milhão de outras qualidades que me fariam apaixonar-me por ela se fosse preciso (e se ela fosse real, ja agora), e acima de tudo naturalmente linda. Sem nos enfiarem as medidas da cintura pelos olhos adentro. Parece que está na moda esta coisa de formatar as mentalidades com séries mal conseguidas. Ja assim foi com a Betty Feia...

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