Como no centro de um carrossel, giram os cavalinhos e as chávenas à volta.
Mas no fim tudo se desmonta, todos se vão embora.
Assim é com as gentes que rodopiam à volta. À primeira ventania, vão-se. Se é que alguma vez estiveram.
Fica só o pica, como ficam as árvores, por terem raízes.
9 comentários:
Oi?
Costumo ouvir uma expressão que diz "que só faz falta quem está". Não sei se será bem assim...
E às vezes realmente dá que questionar se realmente chegaram a estar...
Bjito
@ S*: que foi?! deixaste cair uma lente?
@ Psiuuuu: E ás vezes é preciso que estes saiam da frente para se ver quem realmente fica...
Isto é um aviso....coloquei-o( o link do blog leia-se) nos favoritos do meu google...ou lá o que.
Segui uma vez um lobo solitário da blogosfera..cujo rasto perdi, e hoje ao ler comentários num outro blog que cusco..gostei da sua escrita..e vim aqui verificar se não seria o mesmo lobo.
Pronto confesso que continuo na dúvida..e como tenho uma memória muito pouco selectiva(principios de senilidade mesmo)vou continuar sem sabe-lo..que mais dá???
E termino com a pergunta..que tal a leitura com o Silmarilliom????
Eu perdi-me por completo...fiz batota....saltei as pag. dos nomes...
@ traquinas: Não creio que fosse eu. Só tive este blog, desde que comecei a escrever, e sempre assumi este pseudónimo. De qualquer maneira obrigado pelo elogio, quanto à escrita.
O silmarillion é fantástico. Toda a perspectiva escandinava da Criação, e dos seus mitos e lendas é delicioso. Não é leitura fácil, no entanto, para quem não for fã do estilo. Foi o meu favorito da saga inteira.
Ps - e eu perdi-me com a sua ultima frase. Quis dizer que andou a bisbilhotar pelo blog? Bem, esteja à vontade...
I know wolfie... e é tão triste. Tudo se vai... tudo se perde. Detesto a efemeridade das coisas, detesto.
e este post não ficou como eu queria. Na verdade a metáfora em que tinha pensado nem lá está.
Eu achei genial. Mas se calhar não querias dizer o que eu julguei que querias dizer. Não deixa de ser genial...
tive a ideia ao olhar pela janela, para os campos. As ervas voam, só as árvores ficam, embora tenham muito mais piada. Mas é mesmo preciso que elas voem, saiam da frente, para se ver quem realmente sempre esteve, escondido em segunda linha, por trás de quem se vai ao primeiro vento.
Um dia ainda me dou ao trabalho de por isto por "Palavras".
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