quarta-feira, 25 de maio de 2011

No metro, uma menina negra, à roda dos oito anos, não mais. Ao lado dela, o irmão ainda mais pequeno dormita. Afinal são sete da matina... Ambos de mochilita às costa, praticamente debaixo deles, que hoje em dia os miudos não as tiram para se sentar, e ainda escorregam mais um bocadinho depois. Chega o metro ao marques, a miuda cutuca o menino, e ambos se levantam, espertos, e saem pkrta fora, engolidos na multidão que tem o dobro da altura.
Tão frágeis, e tão inconscientes disso.

E ainda digo eu que tenho uma vida dificil...

1 comentário:

Serenata disse...

é não é?! ás vezes queixamo-nos de barriga cheia... falo por mim também.