quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Há dias em que erro.

Acerca desses dias reflicto, noutros dias.

Desses, há os em que julgo ser jovem demais, e julgo que Deus me quer dizer isso.
Outros há, julgo, em que Deus me põe na pele "do outro", para que me perceba.
Há mais, em que Deus me guia por um erro, julgo, para me manter longe doutro maior.
Há ainda aqueles em que os Seus desígnios me são obscuros.


Há dias como hoje, em que me limito a aceitar a despropositada, inconsequente e injusta bofetada divina, e me vergo ao jugo da Sua mão.



É nestes dias que desisto.

4 comentários:

Carolina Louback disse...

Oi Lobo, parece que vês o mundo sob uma ótica espiritual.

Muitas vezes não se entende os desígnios de Deus, porém se Ele é onisciente, onipotente e onipresente deveríamos confiar mais, não achas?

Medusa disse...

Acho que recebemos uma bofetada do mesmo género no mesmo dia. Não foi Deus que deu, mas antes fosse que doía menos. Ajudou a acordar, não a desistir.

Wolfie, não te esqueças das coisas que te disse. Às vezes é difícil, mas é possível.

Adoro a música do Miles :)

(Agr aqui entre nós, a propósito daquela coisa, haja paciência.lool)

beijinho***

Medusa disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Wolve disse...

Eu só gostava de saber para que. Não o porque, nem porque eu. Só mesmo que propósito têm todas estas coisas que acontecem, e se ao menos vale a pena todo este tortuoso caminho...