Chamam-lhe já o herdeiro de Keith Jarret. Basta ouvi-lo e percebe-se que lhe corre nas veias o mesmo que já corria nas do Evans, que por artes magicas vai saltando de génio em génio pelas gerações fora, como se tivesse vida própria e lhes segurasse as mãos em cima dos pianos.
Hoje em conversa com uma amiga também música, chegávamos a esta conclusão. Há uma pefeição inata na Arte. E no fim, é isso mesmo que a define, a perfeição sublime nascida da expressão de seres inegávelmente imperfeitos. Ou talvez da expressão daquilo que há de perfeito, escondido muito no fundo deles.
Pelas mãos de Brad Mehldau, "My favourite things"
Ponho-me a pensar se ele consegue mesmo pensar em cada nota de cada um daqueles acordes brilhantes, ou se aquilo simplesmente lhe sai...
1 comentário:
E eu adoro sempre a música que tens por aqui a tocar!! ^^
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