quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Fumo, sozinho, ao relento, debaixo de um céu encoberto. Estou farto, cansado, não há estrelas para mim, hoje.
Arrasto o cigarro no chão, com ímpeto, com rigor, num risco recto, perfeito, exímio. Espalham-se as brasas na pedra. Um céu estrelado no chão, ígneo. Tão meu, tão para mim.

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