Não, assim não. Outra, por favor.
Torçam-na, fumem-na, enegreçam-na de feiura e esfreguem-na até desencardir. Depois metam-na no caldeirão mais vivido e cozinhem, misturem, mas cuspam lá para dentro. Provem, e se souber mal, deitem fora amarrotado. Que lhe chova em cima, que a pisem, que a varram para o canto, os cães que venham e a mijem.
Depois inspirem fundo, respirem-na, apanhem-na, mastiguem-na e cuspam-ma na cara.
Mas não ma dêm dessa forma. Tudo menos o limpinho de sempre, como toda a gente. Porque eu não sou limpinho, não quero limpinho, e sobretudo, não sei arrotar limpinho.
Algo novo, por favor.
4 comentários:
Nossa...que biolência!ahahahah
Não gosta, não come. ;)
Diferente? ode ser que se arranje.
diz em que supermerado, S*, que tenho cartão e talão em todos eles.
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