domingo, 31 de julho de 2011

Outra

Não, assim não. Outra, por favor.
Torçam-na, fumem-na, enegreçam-na de feiura e esfreguem-na até desencardir. Depois metam-na no caldeirão mais vivido e cozinhem, misturem, mas cuspam lá para dentro. Provem, e se souber mal, deitem fora amarrotado. Que lhe chova em cima, que a pisem, que a varram para o canto, os cães que venham e a mijem.
Depois inspirem fundo, respirem-na, apanhem-na, mastiguem-na e cuspam-ma na cara.
Mas não ma dêm dessa forma. Tudo menos o limpinho de sempre, como toda a gente. Porque eu não sou limpinho, não quero limpinho, e sobretudo, não sei arrotar limpinho.
Algo novo, por favor.

4 comentários:

Di Almeida disse...

Nossa...que biolência!ahahahah

Wolve disse...

Não gosta, não come. ;)

S* disse...

Diferente? ode ser que se arranje.

Wolve disse...

diz em que supermerado, S*, que tenho cartão e talão em todos eles.